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Recebendo os amigos

Ontem foi dia de receber os amigos em casa e colocar a mão na massa para preparar um delicioso peixe. Há seis meses, no mínimo, sem cozinhar, acho que o resultado foi satisfatório… Pelo menos sobrou quase nada.

O prato foi inspirado neste aqui, mas com algumas modificações. A receita é a que segue, espero que gostem.

Tilápia assada ao molho (para 8 pessoas)
Para o peixe

  • 12 filés de tilápia (ou qualquer outro peixe branco)
  • 4 cenouras grandes
  • 6 tomates
  • 100g de castanha de caju moída
  • 50g de parmesão fresco ralado
  • Salsa e cebolinha à gosto

Para o molho

  • 1 litro de leite
  • 2 colheres de sopa de amido de milho
  • 1 cebola média
  • 150g de parmesão fresco ralado
  • Noz moscada e sal à gosto

Preparo

  • Limpe os filés de peixe e deixe-os em uma marinada de sal, limão, azeite e pimenta. Enquanto isso, limpe, corte e cozinhe as cenouras para ficarem ao dente, corte os tomates em quatro, tire as sementes e reserve, pique a cebola, a salsa e a cebolinha em cubinhos, triture a castanha de caju e reserve tudo. Refogue a cebola no azeite e acrescente o leite com o amido de milho dissolvido. Quando estiver engrossando, desligue o fogo e acrescente o parmesão. Tempere com sal e noz moscada. Monte a assadeira com molho, cenoura e tomate, peixe, molho, castanha, salsa e cebolinha e, por fim, queijo. Asse por 20 minutos em forno médio. Sirva com arroz branquinho e bons drinks.
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Sábado por Domingo

Abri os olhos no domingo de manhã preocupada, mas o fato da cabeça não doer já era um alívio. A ressaca do final de semana passado foi uma das maiores da vida e eu não estava nem um pouco com vontade de repeti-la.

Saí do quarto, o primeiro baque: o colchão que deveria estar no quarto de hóspedes estava na sala e a Nêga, que não é boba nem nada, trocou sua caminha pela imensidão de espuma. Todos os bancos, cadeiras e apoios da casa também estavam lá, com algumas latinhas de cerveja, cinzeiros cheios e copos pela metade.

Descalça, percebi que não dava para pisar na cozinha sem um par de chinelinhos, pelo menos. O chão estava grudando. Apesar dos esforços de Karina, Talita e Silvia, nossa, ainda tinha muita louça para lavar.

Andei mais um pouquinho e, na área de serviço, além de uma camada imensa de jornais forrando o chão, as latinhas proliferavam. Não paravam de aparecer. Isso sem falar nas garrafas de lambrusco e tequila. Depois do baque inicial, pensei: “Eh… Acho que vou comprar um vasinho de flores para a vizinha!”.

Mas depois, pensando bem, lembrei das risadas, da comida boa, das conversas dos amigos e cheguei à seguinte conclusão: se ela não tem amigos, dane-se. Eu tenho e os meus são os melhores do mundo!

E, foi tudo tão bom, mas tão bom, que nem foto lembramos de tirar. Tem uma do Pingo com a boca cheia, mas acho falta de respeito com meus leitores essa publicação. Então, achei essa, homenagem à Dri e sua fabulosa torta de limão. #QueroMais! (e que venha a multa do condomínio!)

Já pode casar

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Bolinho de Chuva

Amor e açúcar

Sábado me enchi de culpa, mas foi inevitável. Deixei o marido trabalhando e o cachorro em casa e fui para a praia; mas não qualquer praia. Fui visitar meus pais em Caraguatatuba. Caraguá, como a gente diz.

Em um dia e meio fiz aquele roteiro tradicional de visitas familiares: compras com a mãe sábado cedo, trabalho com o pai sábado à tarde, reencontro com as amigas de infância sábado à noite, arrumação no domingo de manhã e aquela tristezinha na hora de embora no domingo à tarde.

Porque não tem coisa melhor que o paparico da família quando se passa tanto tempo longe de casa. E, para me dar menos vontade ainda de voltar, enquanto estava coberta debaixo do edredom assistindo a um filminho em um dia de sol e frio ao mesmo tempo, minha mãe bateu farinha, leite, ovos, açúcar e fermento numa vasilha. Fez bolinhos, fritou e, quentinhos, polvilhou açúcar e canela. Lagriminhas nos olhos só de lembrar.

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Noite do PS2

Sábado em casa foi dia de receber visitas. Coisa simples; apenas alguns amigos para uma noite inteirinha jogando Play Station.

O apartamento estava razoavelmente limpo; só precisando mesmo de uma varridinha e um trato no banheiro. Assim, preparamos o ambiente com incenso de manjericão; estrategicamente acesos também na área de serviço e nas janelas.

Para comer, “besteiritos”: salgadinhos variados, torradinhas e patês e, na geladeira, cerveja da boa, bem gelada.

Para não incomodar (muito) os vizinhos, começamos cedo as atividades; às 20h todos já estavam entretidos.

Primeiro foi a melhor seleção Atari, num revival ointentísticos daqueles. Depois teve Guitar Hero, Street Fighter, Tekkan e, claro, Futebol, que envolveu os meninos até o final da noite (umas 2 da manhã).

Agora, destaque mesmo, foi pra vitrolinha que o Rodrigo e a Eli levaram pra que a gente pudesse ouvir Beatles e Bob Marley no vinil. #AMAZING.

Foi uma noite mega legal, com amigos chegados, mas que prova que, mesmo morando no 4º andar e com vizinhos chatérrimos no 34, é possível se divertir num sábado à noite, sem gastar muito dinheiro.

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