Chocolate com pimenta

Primeiro domingo com temperatura abaixo dos 20ºC em minha cidade durante esse verão caótico. Dia tradicional de faxina em casa e de cozinhar algo que não seja enlatado, processado ou com mais conservantes que as necessidades diárias pedem.

Empolgada com o resultado do filé de peixe com molho gorgonzola, servido com cenouras e arroz integral, resolvi que seria boa ideia ter uma sobremesa a altura.

De preparo extremamente simples, este bolo de chocolate fica rico por conta dos detalhes. É assim:

Para o bolo, 3 xícaras de farinha de trigo, 1 xícara de chocolate em pó, 1 xícara de açúcar, 3 ovos, 1 xícara de leite, três colheres de sopa de manteiga e 1 colher de chá de fermento em pó. É só misturar tudo até obter uma massa homogênea e colocar para assar. Eu optei por uma assadeira grande, assim a altura do bolo não fica muito grande e a gente pode usar muito mais calda.❤.

Para a calda, essa linda, usei uma xícara de açúcar, 1 xícara de chocolate em pó, meia xícara de leite, uma colher de manteiga, duas doses de conhaque e… PIMENTA! Sim, pimenta. Eu usei uma mistura de pimenta preta e pimenta branca, moídas na hora… Cerca de uma colher de chá. Tudo na panela, mexendo sempre até engrossar e ficar em ponto de calda.

Aí foi só unir o útil ao agradável, ou seja, despejar a calda no bolo, e servir com aquele cafezinho passado na hora. Não tem coisa melhor.

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Minas, memória e café

Nasci mineira, no sul de Minas Gerais, especificamente. São Lourenço é a cidade, mas na certidão, no entanto, consta Carmo de Minas. Naquela época, a cidade da minha mãe não tinha uma maternidade boa mesmo, então fui pro município vizinho, uns 15 minutos de estrada, pra nascer. Tão logo voltei me registraram “carmense”, com muito orgulho.

Vivi lá até os três anos, se minha lembrança não falha. Minha primeira memória, no entanto, é da gente indo embora… Meu pai dirigindo um caminhão de mudança com nossos móveis pela exuberante Serra da Mantiqueira e, logo em seguida, chegando a Lorena, no Vale do Paraíba Paulista. Pode não ter sido exatamente assim que aconteceu, mas não confirmar essa história faz parte da graça da memória infantil, cheia de fragmentos, assim como o restante deste texto.

25 anos depois, além da mudança, as lembranças são das férias, ora de inverno, ora de verão, que passávamos na casa do Vô Dito, um senhor magro, moreno e envelhecido pelo sol; camisas ralas, calças, botas e chapéu. Não lembro se ele era pouco amoroso ou se eu, que nunca fui dada a afagos, não o “aproveitei” direito. Meu avô era um homem da roça, com toda a ignorância e sabedoria que isso pode representar.

Sua casa ficava numa vila que ele construiu para os filhos após vender o solar onde vivera com a Vó Ina depois que se mudou “para a cidade”. Tinha o alpendre, onde tomávamos sol pela manhã e conversávamos banalidades no fim do dia, o piso barulhento de madeira, os quartos que nos esperavam nas férias, a sala com os sofás mais desconfortáveis do mundo, mas que eram capazes de fazer meu avô adormecer em segundos, enquanto o Silvio Santos falava na TV sem parar. Tinha também a sala de jantar com o relógio de pêndulo e a cozinha com o fogão de lenha e os mantimentos em lata.

Do lado de fora, um terrenão (na minha memória ele aparece enorme), com uma casinha de madeira, eu acho, onde meu avô guardava aquilo que ele queria esquecer. Lembro que foi lá que minha mãe encontrou certa vez a foto do casamento dele com a Vó Ina. Foi muito bonito.

Ir para Minas era uma maratona. Embora fosse relativamente perto de onde eu morava, os acessos eram complicados e a gente nem tinha carro, era uma mobilete que meu pai pilotava inconsequentemente carregando meu irmão e eu num sanduíche entre ele e minha mãe. Íamos, então, de ônibus. Lembro-me da minha mãe com meu irmão pequeno no colo, depois com minha irmã, carregando aquele mundaréu de malas no trajeto Lorena-Cruzeiro-São Lourenço-Carmo de Minas, que parecia interminável.

Quando chegávamos, no entanto, era aquela festa. Os primos reunidos, a gente sujo de terra e os doces da “Venda do Argentino”, um senhor meio gordo, que vivia numa casa imensa ao lado de sua venda. Ele tinha olhos claros e na minha cabeça ele parecia sempre amável, embora seu “nome” hoje denuncie sua nacionalidade. Meus primos e eu vivíamos lá, marcando na conta do vô incontáveis garrafas de guaranazinho Mantiqueira, sanduíche de maria-mole com bolacha de maisena, suspiro cor de rosa e pirulitos em forma de chupeta. As cáries agradeciam.

Em Carmo de Minas fazíamos festa junina improvisada e aniversários, brincávamos na lama e nos machucávamos. Nesse meu resgate, escrito com ajuda do álbum de fotografias, lembro-me de alguns amigos, das visitas ao Parque das Águas em São Lourenço e a Baipendi, municípios vizinhos, das procissões da Semana Santa, da mulher que vivia numa casa enorme e vendia pratas e folheados, do Padre Cruz, da cabeleireira que me produzia no melhor estilo Chitãozinho e Xororó e fazia o permanente no cabelo da minha mãe, do coreto e dos bailes de carnaval no URCA, o clube social da cidade.

Da roça, no entanto, lembro-me de pouca coisa. Justamente por isso há, inclusive, quem duvide de minhas raízes mineiras… E eu entendo. Durante os anos, desenvolvi minha personalidade cosmopolita. As tatuagens, que já têm mais de dois dígitos, e a total ausência de sotaque, exceto um “erre” puxado aqui ou alí, contribuem para tal conceito. Apesar disso, nunca vou esquecer quando, a bordo do fuscão, meu avô levou a gente pra conhecer seu cafezal e todo processo de produção do café que ele mantinha em sua fazenda, a “Canas do Reino”, anteriormente – e obviamente – um canavial.

Voltando ao café, no frio da serra, as folhas verdes daqueles arbustos se arrastavam pelo chão e guardavam entre elas os frutinhos vermelhos, coisa mais linda, que depois seriam colhidos, secos, torrados, moídos e ensacados. E é o cheiro do café moído e torrado na hora, presente em quase todas as casas mineiras, mais até que o supervalorizado pão de queijo, que faz parte de minha memória afetiva… Assim como o da mexerica comprada na beira da estrada e que não podia esperar chegar em casa para ser devorada.

Uma pena que, ao mudarmos para o Litoral Norte de São Paulo, as visitas a Minas ficaram mais escassas. Elas demoravam muito mais, eram mais caras e os interesses pré-adolescentes dos filhos da Dona Olimpia já eram outros. A última viagem que fiz à terra natal foi em junho de 2003, quando meu vozinho decidiu que já estava cansado demais para estar entre a gente e foi encontrar com a Vó Ina no céu.

Que o tempo não volta a gente sabe, que a gente muda, também. Agora, que não foi o jornalismo que me viciou em café, certeza, isso não foi mesmo. Pode ter incentivado, mas não foi a causa em si. E quando a cafeteira modernosa queima, te privando daquele que seria seu momento sagrado de resignação e encontro com o passado, só o que lhe resta é colocar água pra ferver e reativar o velho e bom coador de pano, pra lembrar, entre um gole e outro, daquilo que te tornou quem você é hoje.

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Torta do amor


Marido voltou a estudar e estou orgulhosa. Depois dos 30, sentar no banco de universidade não é fácil… Ainda mais em outra cidade, o que o faz ter praticamente a minha rotina dos últimos anos… Acordar antes de o sol nascer e dormir depois que a noite já passou de sua metade todos os dias.

Hoje foi o primeiro “sábado da redenção”, quando meio dia parece ser uma boa hora para abrir os olhos. Para dar-lhe forças, resolvi que o almoço, que aconteceu na verdade agora há pouco às 18h, deveria ser de conforto. E o que melhor que uma bela tora de liquidificador pra deixar a barriga quentinha e cheia por um bom tempo¿ Eu fiz assim:

2 ovos, 1 xícara de farinha de trigo, 1 cebola picada, 2 xícaras de leite, 1 xícara de óleo, 4 colheres de queijo ralado, 1 colher de fermento e sal no mixer até virar uma mistura homogênea.

Pro recheio, carne moída, só que de soja, sim, porque eu também queria comer, né¿ Então hidratei 1 xícara de PTS (proteína texturizada de soja) e temperei com molho de soja e caldo de legumes. Refoguei com azeite e cebola e acrescentei azeitonas verdes picadas, salsa e cebolinha da minha horta. Aí foi só montar: massa, recheio, massa… E cobrir com queijo ralado. Assou no forno médio por 20 minutos e ficou assim, lindona. Comemos com arroz integral. Delícia.

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Açúcar e afeto


Já disse aqui do prazer reconfortante de um bolinho de chuva feito por quem a gente ama. Hoje, no entanto, foi meu dia de colocar a mão na massa e fazer aquela bagunça na cozinha pra fazer bolinho de chuva pra quem eu amo.

Nem tá chovendo, diriam os críticos… Mas eu nem me importei. A vontade era tanta que lá fui eu: dois ovos, meia xícara de açúcar, uma xícara de farinha de trigo, uma xícara de leite e uma colher de chá de fermento em pó. Mistura tudo, óleo bem quente, açúcar e canela em volta e voilá, pedacinhos de amor pra gente se deliciar num domingo à tarde.

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Lena’s redemption

Post passado falei sobre como nos subtemos a um tudo para nos enquadrar em padrões que, nem sempre, são o melhor pra gente. Falava sobre Lena Dunham e seu vestido couture para a premiação do Globo de Ouro e como ela parecia sufocada dentro dele. (Quem quiser ler, venha por aqui).

O que mais me incomodou naquele vestido foi que Lena é pra mim quase que uma inspiração. Com corpo de gente normal, se veste – aparentemente – do jeito que quer e discursa proclamando a liberdade por aí.

Fiz uma catança de fotos dela por aí pra me lembrar que, apesar do deslize, ela é continua a inspirar.  Alguns cliques estão abaixo. Para ver outros, clique aqui.

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Lena Dunham e o vestido do medo

Não sou formada em modas nem nunca trabalhei com isso. Sou, como muitas mulheres mundo a fora, apenas interessada pelo assunto. Não sou aficionada, já disse isso aqui, mas gosto de saber da história, das tendências, dos estilos… E estou sempre de olho nas pautas sobre o tema, até porque, vestir um corpo 48 não é fácil e, se você não estiver atenta às tendências ou até mesmo não souber o que é clássico, corre o risco de cair no lugar-comum das roupas pretas que “emagrecem” ou nas roupas de viscose que nossa tia-avó usa. Aí não dá.

Dito isso, gostaria de comentar – e deixo claro, mesmo que o texto fique redundante, sob meu particular e único ponto de vista – um look do red carpet do Golden Globe, que aconteceu ontem à noite.

Entre tantas estrelas lindas e bem vestidas, entre denúncias de monotonia e mesmice como este post do Petiscos manda, Lena Dunham, a escritora/atriz do momento, premiada por Girls, série favorita dos últimos tempos, deixou toda sua autenticidade de lado para entrar num vestido tão desconfortável a ela que ofuscou seu discurso e seu entusiasmo pelo feito. Isso sem falar na cor pavorosa da roupa, que a deixou apaga.

Ela mal conseguia andar, se mexer, falar… Ficou escorando nos outros e o pior, ao erguer a saia para dar passos tortos, quase mostrou o que não devia. Veja clicando aqui.

Oras, Lena, uma moça tão incrível, com ideias tão brilhantes, pode – e deve – vestir o que quiser, o que lhe cai bem, o que lhe faz sentir bem. Nós, moças que te admiramos, esperamos ver isso de você.

Como a gente gosta de ver

Como a gente gosta de ver

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Recebendo os amigos

Ontem foi dia de receber os amigos em casa e colocar a mão na massa para preparar um delicioso peixe. Há seis meses, no mínimo, sem cozinhar, acho que o resultado foi satisfatório… Pelo menos sobrou quase nada.

O prato foi inspirado neste aqui, mas com algumas modificações. A receita é a que segue, espero que gostem.

Tilápia assada ao molho (para 8 pessoas)
Para o peixe

  • 12 filés de tilápia (ou qualquer outro peixe branco)
  • 4 cenouras grandes
  • 6 tomates
  • 100g de castanha de caju moída
  • 50g de parmesão fresco ralado
  • Salsa e cebolinha à gosto

Para o molho

  • 1 litro de leite
  • 2 colheres de sopa de amido de milho
  • 1 cebola média
  • 150g de parmesão fresco ralado
  • Noz moscada e sal à gosto

Preparo

  • Limpe os filés de peixe e deixe-os em uma marinada de sal, limão, azeite e pimenta. Enquanto isso, limpe, corte e cozinhe as cenouras para ficarem ao dente, corte os tomates em quatro, tire as sementes e reserve, pique a cebola, a salsa e a cebolinha em cubinhos, triture a castanha de caju e reserve tudo. Refogue a cebola no azeite e acrescente o leite com o amido de milho dissolvido. Quando estiver engrossando, desligue o fogo e acrescente o parmesão. Tempere com sal e noz moscada. Monte a assadeira com molho, cenoura e tomate, peixe, molho, castanha, salsa e cebolinha e, por fim, queijo. Asse por 20 minutos em forno médio. Sirva com arroz branquinho e bons drinks.
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Comida e afeto

Bandeja de peixe do Jamie Oliver, adaptada pela minha mãe, que adaptou da Maria

Bandeja de peixe do Jamie Oliver, adaptada pela minha mãe, que adaptou da Maria

Tenho falado aqui há meses sobre levar uma vida mais saudável, me alimentar melhor, sem exageros etc. Desculpa habitual para fugir da dieta, no entanto, são os finais de semana, feriados e, principalmente, festas de final de ano, quando todo mundo dá aquela pisada na jaca e manda todos os exercícios e shakes diet pro espaço.

Pois eu tentei ser bastante ponderada nesse dezembro que passou e confesso orgulhosa que consegui, mas olha… Não foi fácil. A sorte é que eu tenho uma mãe que me compreende e me incentiva na dieta e amigas – sim, amigas, que eu visito todos os dias – virtuais como a Maria, do Diga Maria, que colocaram a mão na massa por mim e fizeram esta receita DIVINA dele, Jamie Oliver, que mais uma vez me encantou.

O resultado? Uma ceia leve e deliciosa que compartilho com vocês agora. Tá, ok, Natal e Ano Novo já passaram, né? Mas é uma receita para o ano todo, vai por mim.

Bandeja de peixe do Jamie Oliver, adaptada pela minha mãe, que adaptou da Maria

Para a bandeja

  • 4 filés de salmão (150 g cada), com pele, sem escamas e sem espinhos
  • 8 camarões grandes com casca (olha, eu sou alérgica a camarão, por isso o eliminei da receita. no lugar, usei batata salsa, a famosa mandioquinha, e olha… sem palavras sobre como ela ficou boa)
  • 1 maço de aspargos
  • 1 limão siciliano ou tahiti
  • 1 pimenta vermelha fresca pequena e sem sementes
  • 1 maço pequeno de manjericão fresco
  • 5 filés de anchova em conserva
  • 4 dentes de alho
  • 2-3 tomates médios
  • 4 fatias de bacon (eu tb não como bacon, mas mantive na receita para as outras pessoas que adoram)
  • Azeite, pimenta-do-reino moída na hora, sal

Coloque numa assadeira – grande e que possa ir pra mesa – os camarões e os filés de salmão com a pele para cima. Se for fazer com a mandioquinha, descasque, cozinhe e dispnha na assadeira. Elimine a parte dura do talo dos aspargos, tempere com sal e pimenta e os coloque na assadeira. Acomode também o limão cortado em quatro. Pique bem fina a pimenta vermelha e a distribua na assadeira junto com as folhas de manjericão. Desmanche os filés de anchova e os salpique pela travessa junto com o óleo da conserva. Esmague os dentes de alho com casca, coloque-os na travessa e regue com azeite. Corte os tomates em quatro e acomode-os. Distribua por cima as fatias de bacon e coloque a assadeira sob o grill quente, na prateleira do meio do forno, por 10 minutos ou até o bacon ficar crocante e o peixe cozido. Dica: se quiser montar a travessa com antecedência, deixe para cortar e colocar o limão na hora de levar ao forno.

Para o molho

  • Folhas de 1/2 maço de hortelã fresca
  • 1 maço pequeno de salsinha fresca
  • 1 dente pequeno de alho
  • 2 colheres (sopa) de vinagre de vinho tinto
  • 1 colher (chá) bem cheia de mostarda Dijon
  • 1 colher (chá de alcaparras
  • 2 pepininhos em conserva
  • 2 filés de anchova em conserva
  • 4 colheres (sopa) de azeite

Coloque num processador – ou num mixer, ou no liquidificador – as folhas de hortelã e as de salsinha (descarte os talos). Junte 1 dente de alho descascado, os filés de anchova, o vinagre, a mostarda, as alcaparras, os pepinos e o azeite. Bata até combinar tudo, experimente e acerte o sabor se necessário. Transfira para uma tigelinha e leve à mesa.

Jamie, Maria, mãe: OBRIGADA!

O post da Maria você confere clicando aqui.

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Resoluções para 2013

Depois do balanço das resoluções para 2012, chegou a hora de fazer a lista para 2013.

Determinação

Determinação

É a primeira vez que faço isso dois anos seguidos e, por isso, as propostas se tornaram mais realistas, já que pude avaliar e separar aquilo que de fato preciso fazer daquilo que é uma vontade. Não que vontades devam ficar em segundo plano, mas depois da dureza que foi o 2º semestre de 2012, as prioridades para este início de ano devem ser mais focadas e levadas a sério.

Follow me:

  • Cuidar da minha saúde. E isso inclui praticar esportes, ir ao médico, cuidar da alimentação, fazer terapia…
  • Economizar. Talvez este continue sendo meu maior desafio. Maior até que perder peso.
  • Dar continuidade ao projeto CELEBRAÇÕES. Fazer o que eu gosto e ainda ganhar direito. Tem que dar certo.
  • Ser uma amiga melhor. TODOS meus amigos merecem.
  • Ser uma esposa melhor. Meu marido merece.
  • Dar continuidade ao projeto CARREIRA ACADÊMICA. Isso inclui escrever e publicar artigos e participar de congressos.
  • Ter novas experiências. Viajar, dançar, sair, ir a shows, conhecer pessoas… VIVER.

Let’s do it?

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Os números de 2012

Os duendes de estatísticas do WordPress.com prepararam um relatório para o ano de 2012 deste blog.

Aqui está um trechinho:

600 people reached the top of Mt. Everest in 2012. This blog got about 6.700 views in 2012. If every person who reached the top of Mt. Everest viewed this blog, it would have taken 11 years to get that many views.

Clique aqui para ver o relatório completo

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